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Aleitamento materno como prevenção da obesidade

A verdadeira ligação entre a amamentação e a prevenção da obesidade

Uma decisão tomada até mesmo antes de ficar grávida. Decidir amamentar seu bebê beneficia vocês dois. Há muitos benefícios de saúde para o seu filho durante a amamentação, incluindo a prevenção de infecções, como de ouvido; diarreia; e outras infecções bacterianas e virais. Pesquisas também sugerem que a amamentação pode ajudar a proteger contra o diabetes e alguns tipos de câncer. A amamentação proporciona calor e proximidade entre você e seu bebê. O ministério da Saúde recomenda amamentar seu filho pelo primeiro ano de vida.


AS MÃES:

A amamentação também oferece muitos benefícios para as mães. As mães que amamentam tendem a perder mais rapidamente o peso da gravidez. Hormônios liberados durante a amamentação ajudam a devolver o útero ao seu tamanho normal e podem prevenir o sangramento pós-parto. A pesquisa mostra que as mulheres que amamentaram têm menores chances de contrair câncer de ovário e câncer de mama mais tarde na vida. Muitas mães também sentem alegria e satisfação pela conexão que sentem com o filho durante a amamentação.

AS CRIANÇAS:

Um importante benefício para a saúde da amamentação é a prevenção da obesidade. A obesidade é um dos mais sérios problemas de saúde enfrentados por crianças e adultos hoje. A obesidade infantil geralmente leva à obesidade adulta, que causa muitos problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, diabetes e até a morte prematura. Pesquisadores estão aprendendo mais sobre como a amamentação pode ajudar a prevenir a obesidade. O leite materno fornece ao bebê alimentos de fácil digestão e muito nutritivos, e o seu filho ajuda a decidir o quanto e quando tomá-lo. Tanto o leite materno em si quanto o modo como seu bebê se alimenta ajudam-no a desenvolver padrões alimentares saudáveis. Bebês amamentados parecem ser mais capazes de regular sua ingestão de alimentos e, portanto, estão em menor risco de obesidade.



OS BEBÊS:

O ALEITAMENTO, para o bebê, fornece alimento de fácil digestão e é nutritivo. Você não precisa se preocupar com os alimentos sólidos do bebê até ele completar 6 meses de idade. “A introdução precoce de sólidos”, ou alimentar o seu filho com alimentos sólidos, como cereais ou comida para bebês, está associada a riscos de alergias alimentares e maiores riscos de obesidade. Esta é outra boa razão para dar ao seu bebê a nutrição saudável que o leite materno proporciona. Dados recentes indicam que bebês com excesso de peso correm maior risco de estarem acima do peso ou obesos durante a infância tardia.

AS MÃES:

As primeiras semanas de amamentação proporcionam novas alegrias e novos desafios para as mães que amamentam, e existem muitos recursos para ajudar a sustentar as mães nesse período. Um programa de visitas domiciliares feito por agentes de saúde, foi projetado para melhorar as taxas de amamentação. Outros recursos para ajudar as mães que amamentam incluem o seguinte:

MINISTÉRIO DA SAÚDE:

No Brasil o Ministério da Saúde tem uma riqueza de informações sobre amamentação, incluindo perguntas frequentes, seções para os pais lerem para aprender sobre amamentação e seções sobre como entender os sinais de seu bebê quando ele está com fome ou teve leite suficiente. No Brasil, quem tem o objetivo de promover o aleitamento infantil é o Ministério da Saúde - eles fornecem apoio, informação e incentivo para promover a amamentação. Muitas cidades também têm bancos de leite para informações. Agentes de saúde são pessoas com treinamento especial em amamentação. Muitos hospitais têm consultores de lactação como funcionários que podem ajudar você a começar a amamentar quando estiver no hospital. Esses consultores podem responder perguntas e ajudar nas dificuldades.

BANCOS DE LEITE:

Os bancos de leite figuram entre as principais iniciativas do Ministério da Saúde para a redução da mortalidade infantil, inseridos na estratégia da Rede Cegonha. Cada litro de leite pode atender até 10 recém-nascidos internados por alimentação, dependendo da necessidade. Toda mulher que amamenta pode doar leite materno para atender a demanda de bebês prematuros e de baixo peso. O Brasil conta com 213 Bancos de Leite e 141 Postos de Coleta. Desta forma, o país possui a maior Rede de Bancos de Leite do mundo. Desde 2011, o Ministério da Saúde repassou R$ 1,5 milhão para custeio desses serviços, beneficiando 4,7 milhões de mulheres, que receberam algum tipo de assistência.

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